A vontade de querer ir
E não ter para onde.
Exilo-me longe.
Naquele lugar se fala
Outra língua
Ouve-se um novo
Barulho bagulho
O vento
Venta torto.
O sol bate diferente.
Lá que sou
O que pretendo.
Ninguém vai contra
Corrente. Um ou outro,
Nesse mar de loucos
- Esse é são.
Livre eu vou sempre.
De repente então,
Acordo Blasé
E sem coração.
ó.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Quero mudar meu mundo II.
Parei
De falar
Sobre amores perdidos
Nas noites desconexas
De sentimentos vazios.
Parei
De sair
Na noite vazia
Com pessoas perdidas
De sentimentos desconexos.
Parei
De ser
Uma pessoa desconexa
Com amores vazios
De sentimentos perdidos.
E agora?
ó.
De falar
Sobre amores perdidos
Nas noites desconexas
De sentimentos vazios.
Parei
De sair
Na noite vazia
Com pessoas perdidas
De sentimentos desconexos.
Parei
De ser
Uma pessoa desconexa
Com amores vazios
De sentimentos perdidos.
E agora?
ó.
domingo, 3 de maio de 2009
Quero mudar meu mundo.
Queria jogar as palavras na parede.
Bater a cabeça no papel.
Como eu não queria ter aparecido.
Em lugar nenhum.
Acho que eu te vi.
De longe.
De relance.
Será que vai ser para sempre?
Acho que não.
Já tiveram outros no buraco que você ocupa.
Talvez eu tenha dado um espaço maior.
Mas dói tanto.
Pior que dor de dente.
Isso que você nem sabe.
Já deixou de ser divertido.
Pensar em você.
Achar que eu te vi.
De longe.
De relance.
Eu quero algo constante.
Na mesma intensidade
Só que constante.
E dá tanta raiva.
Achar que você me viu.
Você não me conhece.
Acho que nem te conheço.
Mas consigo te reconhecer.
Não quero mais.
Porque eu quero muito.
ó.
Bater a cabeça no papel.
Como eu não queria ter aparecido.
Em lugar nenhum.
Acho que eu te vi.
De longe.
De relance.
Será que vai ser para sempre?
Acho que não.
Já tiveram outros no buraco que você ocupa.
Talvez eu tenha dado um espaço maior.
Mas dói tanto.
Pior que dor de dente.
Isso que você nem sabe.
Já deixou de ser divertido.
Pensar em você.
Achar que eu te vi.
De longe.
De relance.
Eu quero algo constante.
Na mesma intensidade
Só que constante.
E dá tanta raiva.
Achar que você me viu.
Você não me conhece.
Acho que nem te conheço.
Mas consigo te reconhecer.
Não quero mais.
Porque eu quero muito.
ó.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Da carne ao verso.
Monotemática. Declaro-me monotemática e com vergonha de ser nú. Não na nudez do corpo, aquela da carne, à qual poucos têm o privilégio de ver. Mas na nudez dos meus versos. Aqueles que muitos têm o privilégio de ler. Mas poucos o fazem. A minha nudez é monotemática. Toda nudez é monotemática.
ó.
ó.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Recado.
Para você
que me ama
e não sabe.
Te deixo saber
que te amo
e nem sei.
Porque hoje eu
te quis
sem saber,
Que viver
sem te ter,
Porque hoje eu
te quis
sem saber,
Que viver
sem te ter,
não é viver,
é coesistir.
é coesistir.
ó.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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